Entretenimento Teatro

O Julgamento de Lúcifer de sexta a domingo no Teatro de Bolso

Apresentações acontecerão entre sexta-feira (11) e domingo (13), sempre às 20h. Espetáculo tem classificação 18 anos

Por Redação

11/11/2022 às 16:13:52 - Atualizado há
O espetáculo "O julgamento de Lúcifer" será a atração deste final de semana, no Teatro de Bolso Procópio Ferreira, com temporada entre sexta-feira (11) e domingo (13), sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$15,00 (meia), e podem ser adquiridos, na bilheteria do teatro, uma hora antes do início de cada sessão. Alunos dos cursos de Licenciatura do Instituto Federal Fluminense (IFF), pagam R$ 10,00 por ingresso, mediante apresentação da carteira de instituição. O evento tem o apoio da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL). A peça tem classificação 18 anos.

A trama conta a história de três líderes que convidam um anjo decaído a participar de um programa de TV, induzido a assumir a responsabilidade por crimes praticados pela humanidade nos últimos dois mil anos. Pedofilia, charlatanismo, tortura e corrupção são crimes cometidos por personagens que se dizem portadores da palavra de Deus, o que ele desmente com sua astúcia e um controle remoto capaz de controlar TVs, computadores e celulares ao redor do mundo. "O julgamento de Lúcifer" é um reality show surrealista, que traz reflexões silenciosas, numa linguagem repleta de metáforas e simbologias.

Com texto de Adriano Moura e direção de Fernando Rossi, a peça será encenada pelos atores Lucas Machado, Raquel Fernandes, Luciana Rossi, Pedro Fagundes, Alexandre Ferram, Rodri Mendes e Beatriz Agra. A montagem tem iluminação de Fabrício Simões, sonoplastia de Nathan Silva, figurino de Ingrid Ribeiro, vídeo Ítalo Auatt, participação virtual Estelina Chamoshine e produção executiva de Alexandre Ferram.

"O espetáculo surge da necessidade de se pensar numa sociedade em condições de rever seus princípios morais. Há séculos inúmeras pessoas são enganadas, injustiçadas e até mesmo mortas por razões políticas, étnicas e religiosas. Deus e o Diabo são, na peça, duas metáforas para a reflexão sobre atos humanos", define o autor da montagem, Adriano Moura.

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